Com os pontos atribuídos na passagem pelo portão de pontuação o Ericsson 4, dos brasileiros Torben Grael, João Signorini e Horácio Carabelli, está mas tranqüilo com relação ao resultado final da perna. As condições tornam-se menos nervosas e a temperatura começa a subir. O foco agora é velejar o mais rápido possível rumo ao norte, e ao destino final em Cochin, na Índia.
Dominando a primeira fila estão os barcos do Team Ericsson, sob a liderança de Anders Lewander e sua tripulação de maioria nórdica do Ericsson 3, seguidos por Torben Grael e seus rapazes no Ericsson 4. Na segunda fila vem o Puma, seguido pelo Telefônica Black, Telefônica Blue, Green Dragon, Equipe Russa e a Equipe Delta Lloyd.
O objetivo agora é velejar procurando as faixas de mudanças de vento, uma realidade nas últimas 24 horas, o que pode ser visto claramente na rota empreendida pelos veleiros nas últimas horas. A combinação das velas, o melhor ângulo, qualquer fator agora é muito importante para os competidores.
Mais do que nunca tudo irá depender da tática utilizada através de uma zona de transição delicada. A escolha de velas, ângulos e as mudanças de velocidade farão a diferença para a vitória na segunda perna.
Fonte: VOR / www.boia1.com.br
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